Alguém que se propõe a ocupar um cargo público eletivo dever pelo menos aprender umas regrinhas básicas, uma delas, que mandato de vereador, por exemplo, é a autorização formal concedida pelos eleitores, por meio do voto, para que o cidadão ou cidadã escolhido represente a população na Câmara Municipal. Esse cargo tem caráter temporário e exige o cumprimento de deveres políticos, administrativos e legislativos durante o período estipulado em lei.
Quem exerce um mandato deve responder à sociedade por suas ações, porém, alguns ainda acham que devem essa obediência a chefes políticos, como é o caso da professora Vanusa Bacelar, a Vanusa das Jades, suplente de vereador que assumiu temporariamente nesta quarta-feira (10) na vaga de João Alberto de Souza, que licenciou -se pela segunda vez para tratamento de saúde.
Vanusa sempre atuou politicamente como cabo -eleitoral de João Alberto a quem ainda hoje denomina de "eterno senador", num claro ato de subserviência.
Em entrevista concedida à imprensa local após fazer juramento de posse, declaração solene e formal exigida para que alguém assuma oficialmente um cargo, função pública ou profissão regulamentada, ela agradeceu o mandato primeiramente a Deus (pelo menos isso) e ao vereador João Alberto, como se fosse atribuição dele apontar o substituto.
Mas, o que Vanusa quer dizer é o mesmo que O Maranhense vem cravando: a posse dela é mero capricho do ex-governador que tramou uma manobra mirabolante para tirar outros suplentes do páreo.
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