Herói improvável e a incompreensão dos tolos

No último domingo (4), assim que se tornou público o caso das três crianças desaparecidas no povoado São Sebastião dos Pretos, zona rural de Bacabal, o poder público municipal aliado às forças de segurança do estado passaram a empreender todos os esforços no sentido de encontrá-las.

Por terra, céu e na água buscas foram feitas com o auxílio de especialistas, cães farejadores, drone com visão noturna e uma aeronave, esforços que, com toda certeza, influenciaram para acuar e encurtar o campo de ação da mulher que, supostamente, seria autora do rapto, como disse o pequeno Kauan, de 8 anos, única encontrada até o momento.

Mais velha entre as três crianças, Kauan foi localizado, por acaso, por um carroceiro que não fazia parte das buscas, só buscava palhas pela mata adentro, já na área próxima a outra comunidade, o povoado Santa Rosa. 

O fato, apesar de louvável, por mais incrível que pareça, passou a ser utilizado para tentar diminir o trabalho dos agentes públicos e as instituições a quem eles servem, no caso Polícia Militar, Polícia Cívil, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Samu, secretarias municipais e do estado, além dos voluntários que abriram mão de seus afazeres para contribuirem nas buscas.

Por trás do intuito maléfico dessa meia -dúzia de difamadores, aproveitadores da dor alheia, estão interesses políticos eleitorais, e, por isso mesmo, nem merecem palanque.

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