Josimar e Pastor Gil ficam mais pertos de serem presos

Pastor Gil e Maranhãozinho 

Do Atual7 | O Supremo Tribunal Federal publicou nesta quarta-feira (20) o acórdão da decisão que condenou Josimar Maranhãozinho e Pastor Gil, ambos do PL-MA, por corrupção passiva. O documento tem 429 páginas e detalha a condenação unânime dos dois deputados federais maranhenses e de outros cinco réus.

Em 17 de março, a Primeira Turma do STF sentenciou Josimar a 6 anos e 5 meses de prisão em regime inicial semiaberto. Pastor Gil, a 5 anos e 6 meses, também em semiaberto.

O esquema envolveu R$ 6,671 milhões em emendas para São José de Ribamar. Os deputados coagiram o ex-prefeito Eudes Sampaio a devolver 25% do valor — R$ 1,667 milhão — como propina.

A publicação do acórdão abre o prazo para as defesas recorrerem. Mas, com decisão unânime da Primeira Turma e a jurisprudência atual do STF, a condenação está, na prática, consolidada — resta o caminho processual até o trânsito em julgado e a execução das penas.

Pela Lei da Ficha Limpa, os dois já estão inelegíveis e não podem concorrer já em 2026.

A decisão sobre a perda dos mandatos ainda cabe à Câmara dos Deputados. O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), já disse que só vai pautar a cassação depois do trânsito em julgado.

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