O líder truculento e mudo

Candidato a prefeito derrotado Marcos Miranda

Líder é a pessoa que guia, influencia ou comanda um grupo, equipe ou movimento, destacando-se pela capacidade de inspirar e motivar outros em direção a objetivos comuns. Diferente de um simples chefe, o líder atua como exemplo, facilitador e catalisador de mudanças, possuindo autoridade, visão e empatia. 

Na política é um representante eleito ou figura influente que guia, coordena e representa os interesses de um partido, governo ou causa. 

Porém, contudo, todavia, para ser definido como líder, ter uma conta bancária pompuda já é mais do que suficiente, como é o caso do empresário e agropecuarista Marcos Miranda, que, a partir de 2022, passou a investir financeiramente na política bacabalense cooptando cabos-eleitorais, de média, pouca ou nenhuma expressão, a maioria sem vez no grupo da situação.

Desde então, ele tem tentado demarcar território na Princesa do Mearim, mas ainda está longe de medir forças com alguém como o atual prefeito Roberto Costa (MDB), esse sim, líder nato, malemolente, que, em 2024 impôs a Marcos uma derrotado considerável, com diferença que tende a crescer se, porventura, os dois voltarem a duelar no próximo pleito municipal.

Marcos, apesar de truculento e raivoso, discursa mal, quando discursa, e nas entrevistas que concede aos criadores de conteúdos para internet e aos profissionais de imprensa, economiza nas palavras, sendo incapaz de convencer de alguma coisa a quem assiste. Se autointitula líder da oposição, mas nunca foi visto reivindicando por alguma causa ou denunciando algum problema, espera sempre pelo outros, principalmente por quem paga para difamar a gestão municipal.

Bacabal, município com mais de 100 mil habitantes,  que hoje completa 106 anos, é berço mãe  de Bom Lugar onde Marcos sempre cantou de galo: casando, separando, prendendo e mandando soltar.

Aqui ele não se cria politicamente...

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