Eleito em primeiro turno com o apoio de 26 dos 217 prefeitos e prefeitas maranhenses, o futuro governador Eduardo Braide (PSD) reuniu-se com eles e elas, além dos futuros senadores Lahesio Bomfim e André Fufuca para agradecer por ter somado na campanha eleitoral vitoriosa.
"Muito obrigado pela coragem e confiança de vocês!", disse.
Em suas palavras, o próximo ocupante do Palácio dos Leões frisou aos presentes que as portas da sede do Governo do Estado estarão abertas, o que não significa dizer que somente aos que o apoiaram, e nem poderia.
A iniciativa de Braide sinaliza para um aspecto que deve ser a tônica do seus primeiros passos: a institucionalidade, conjunto de normas que envolve as diretrizes, os ritos e os padrões formais (como leis, constituições ou estatutos) que organizam o funcionamento do Estado.
Apesar do contexto dessa primeira reunião, há quem alimente a esperança de obter vantagens indevidas no no governo que irá ter início, como o uso político da máquina pública.
Essa expectativa gerada tem suas razões, afinal, no palanque de Eduardo Braide estava muita gente suja, mas muito suja, e até coordenando e financiando a campanha, que já dá sinais que cobrará caro por isso, até sugerindo a titularidade de secretaria, comando dos órgãos regionais e contratos aos modes que nos acostumamos a ver no passado.

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