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| Bacabal não é só uma bandeira |
Tem pessoas que fazem da política balcão de negócios e isso, apresar de imoral, não é nenhuma novidade, é, aliás, uma prática cada vez mais comum nos dias atuais, tanto que a gente até se surpreende quando alguém age de outra forma, como aconteceu com o vereador Romário Alves.
Romarinho, como é conhecido, simplesmente bateu o pé e se negou a deixar de apoiar um velho amigo - em quem confia e deve gentilezas - para atender a vontade do ex-chefe político e ex-patrão Marcos Miranda, candidato a prefeito derrotado em Bacabal, que queria à fina força o obrigar a deixar de apoiar, a deputado federal, o advogado e empresário Dr. Bento Vieira para seguir com o pré -candidato dele, Othelino Neto, o "ruivo".
Era certo que o jovem parlamentar bacabalense sairia financeiramente ganhando, porém, a gratidão falou mais alto. Coisa de homem que honra as calças que veste e faz por merecer cada voto que obteve na eleição de 2024, como o meu. Diferente dele, outros tantos que tem por aí montava nesse "cavalo selado" na primeira oportunidade sem pestanejar ou preocupar -se com a opinião de quem quer que seja.
Exemplos de ingratidão e oportunismo temos aos montes na política e nem é preciso ir muito longe. Na própria capital do Médio Mearim tem aos montes. Ex-candidato a prefeito, o contabilista Plínio Oliveira, do espatifado Partido Novo, não levou em conta a parceria que tinha com o mesmo Dr. Bento, que o apoiou a prefeito.
Muito embora, já tivesse apalavrado com o deputado federal Júnior Lourenço muito antes do advogado e empresário decidir concorrer à uma vaga na Câmara Federal, Plínio deveria ter a ombridade de retribuir o apoio de 2024. Porém, contudo, todavia, o contabilista escolheu dar prioridade ao "faz-me rir" e mante-se com Júnior Lourenço que, recentemente, foi quem costurou a ida dele para o ninho palaciano (leia-se Orleans Brandão) onde hoje está deitado em berço esplêndido e, pior, se esquivando de declarar publicamente a nova aliança.
Esta semana Dr. Bento Vieira publicou nas redes sociais um vídeo em que sai em defesa de Plínio Oliveira, mas não convenceu nem a ele mesmo. A verdade é que o contabilista mostrou que é expert na prática de gerenciar a saúde financeira, econômica e patrimonial de pessoas físicas ou jurídicas, neste caso específico, a dele mesmo.
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