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| Líderes políticos Assis Viola e Adailton do Brejinho |
Quando resolveu atuar politicamente em Bacabal, o candidato a prefeito derrotado, Marcos Miranda (União Brasil), deve ter imaginado que repetiria na capital do Médio Mearim o que estava habituado a fazer no pequenino município de Bom Lugar, de 12 mil habitantes, onde há pelo menos duas décadas comanda com mão de ferro e a esposa é a atual prefeita.
Lá, Marcos ganhou seguidas disputas eleitorais pela fama de valente e pela força econômica, o mesmo que tem tentado fazer em Bacabal, havendo quem se aproveite disso.
Essa semana, por exemplo, levaram a ele algumas "lideranças" que estariam, segundo os intermediários, dispostas a apoiar a pré -candidatura de Marcos Júnior (PSB) a deputado estadual, dentre as quais, o cantor e compositor Assis viola e o trabalhador rural Adailton do Brejinho, que, juntos, obtiveram 53 votos para vereador na eleição de 2024.
Uns dias antes, mais precisamente na Semana Santa, deram a Marcos outro presente de grego, no caso, a dona de um pequeno restaurante que, de cara, foi ungida à coordenadora da distribuição de peixes nos bairros, como ainda a repassaram a tarefa de combater o prefeito Roberto Costa nas redes sociais.
Contudo, dias depois a mesma mulher foi presa acusada de envolvimento com o tráfico de drogas. Mas essa não é a primeira vez que o líder da oposição compra gato por lebre, pois, certamente, há quem se lembre da disputa que travou com outro ex-candidato a prefeito derrotado, Plínio Oliveira (Novo), pelo apoio de Vicente da Vipol, ex-candidato a vereador que nas últimas duas eleições estourou as urnas com seus 26 votos, em 2020, e 27, no pleito seguinte.
Como tenho dito, Marcos Miranda não se cria politicamente em Bacabal onde tem gente mais esperta do que ele, e pode inventar dinheiro. Até outubro desse ano a fila na Fazenda Boa Hora vai dobrar cerca de curral, afinal, um dinheirinho à base do "mamão com açúcar" ninguém se nega a ganhar.
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