Prefeito Roberto Costa "dar de ombro" para discurso batido, chantagem e intimidação

Prefeito Roberto Costa com moradores.

Na década de 1990, quando o ex-prefeito Zé Vieira resolveu entrar na política, o então senador João Alberto de Souza, que mantinha o município como curral eleitoral, passou a ter uma pedra no sapato e não demorou a perder a prefeitura justamente para o "osso duro de roer".

Zé Vieira foi eleito a vereador em 1992, na eleição seguinte, em 1996, venceu a primeira disputa dele para prefeito, tendo feito o mesmo por mais duas vezes, em 2000 e 2016.

Sempre que tentava descredibilizar o mandato inicial de Zé Vieira, João Alberto alegava que o município estava estagnado economicamente e com pessoas indo embora por falta disso ou daquilo. Carcará gostava de usar Santa Inês como exemplo que constrastava com a situação de Bacabal. 30 anos depois ainda nos deparamos com políticos da oposição se utilizando dessa mesma ladainha, sendo que alguns continuam prosperando empresarialmente, abrindo novos empreendimentos.

Mas, como fez Zé Vieira na época, o atual prefeito Roberto Costa prova que para choro de perdedor nem se dá ouvido, o importante é a opinião do povo, sem intimidar-se com chantagens e intimidações.

Quando optou em romper o cordão umbilical que conectava interesses públicos, privados e eleitoreiros que influenciavam no bom andamento da gestão, Roberto, até pela experiência adquirida na política, sabia que encontraria pedras pelo caminho, afinal, ninguém gosta de ver escapar por entre os dedos benesses usufruídas ao longo do tempo, como a prerrogativa de fazer da prefeitura cabide de emprego para cabos eleitorais, parentes e aderentes, e ainda ter  outros privilégios. Contudo, se por um lado, a austeridade do novo prefeito incomoda a alguns, por outro a população em geral se mostra satisfeita, e basta ver quando Roberto sai às ruas ou visita as repartições do município para fiscalizar a qualidade do atendimento e dos serviços prestados.

Agora, mais do que antes, com um pleito eleitoral batendo à porta, não é surpresa que  ressurjam as figurinhas repetidas de sempre querendo tirar uma casquinha, mas é sabendo que será em vão.

Vou logo avisando: é melhor nem insistir...


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