A banca de negócio com os votos dos bacabalenses

Júnior Lourenço, Pastor Gil e Maranhãozinho.

Todas as eleições para escolha de deputados estaduais e federais, os municípios maranhenses, como todos os outros do país, são invadidos pelos candidatos sedentos pelos votos da população, porém, na maioria dos casos, boa parte só reaparece quatro anos depois, se brincar, nem isso, apenas se faz valer de interlocutores que colocam uma boa grana no bolso para ludibriar a boa-fé dos eleitores.

Como exemplo, utilizo Bacabal que no último pleito jogou fora quase 10 mil votos depositados em três candidatos a deputado federal que foram eleitos.

Josimar Maranhãozinho (PL), atualmente inelegível e condenado a 6 anos e 5 meses de reclusão em regime semiaberto por corrupção passiva, foi o quarto mais votado, obtendo 3.735 votos sem sequer ter colocado os pés no município por onde nunca moveu uma palha; Júnior Lourenço (MDB) é outra pipira que só aparece para beliscar e some. Na última eleição levou 2.418 votos, sendo o quinto mais votado.

Pastor Gil (PL), também inelegível e condenado a prisão por corrupção, contou com o apoio da Assembleia de Deus e saiu de Bacabal com 2.159 votos. Ficou na sexta colocação.

Em 2026, todos eles estão novamente sendo representados por negociadores dos votos alheios. Todavia, cabe à população saber se vale a pena confiar de novo. 

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