Prefeito Roberto Costa apagou a figura do "papagaio de pirata" e devolveu os holofotes ao povo

Roberto inaugurando escola com servidores, alunos e pais.

Desde que o mundo é mundo, quem acompanha os meandros da política se habituou a ver as nossas autoridades, a exemplos de prefeitos e governadores, sempre cercadas de bajuladores que tanto podem ser servidores, do estilo daqueles que nada produzem, ou mesmo de outros políticos que ocupam cargos menos relevantes, mas que também são capazes de tudo para atrair a atenção.

Esse círculo vicioso tornou-se um ritual que ninguém ousava deixar de seguir, e isso se dava por enes motivos, o principal deles, inflar o próprio ego e assegurar-se do "quem manda aqui sou eu!".

Felizmente, isso tudo está ficando no passando, pelo menos em Bacabal, município a 254 km da capital São Luís, que tem como prefeito o emedebista Roberto Costa, que ainda preside a Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), entidade que representa todos os outros prefeitos e prefeitas.

Assim que sentou pela primeira vez na principal cadeira do poder executivo bacabalense, Roberto iniciou a tomada de uma série de medidas que, de cara, evidenciaram estarmos diante de um gestor com visão macro, aberta para inovações que começaram, justamente, pela ruptura com esses vícios e manias.

Para citar apenas um deles, o prefeito de Bacabal passou a excluir das solenidades de inaugurações e das vistorias de obras e serviços, a figura do "papagaio de pirata", começando pelos vereadores e outros políticos que, geralmente, se aproveitavam da ocasião para tirar proveitos e se promoverem eleitoralmente, muitas das vezes, dificultando o contato da população com o prefeito a quem tentava agradecer ou reinvindicar por algo para a comunidade.

Sendo assim, o bacabalense começou a perceber e até estranhar a pouca algazarra nos eventos do município, já que somente participam servidores dos órgãos diretamente beneficiados e moradores da região, inclusive, ajudando o prefeito a descerrar as faixas.

O certo é, que, além de poupar tempo, Roberto prestigia o verdadeiro aliado dele: o povo.

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