Desenrola Braide

Prefeito de São Luís.

Estamos com o mês de abril batendo à porta e, de acordo com o Calendário Eleitoral das Eleições 2026, dia 4  (seis meses antes do 1º turno) é a data-limite para que todos os futuros candidatos estejam com a filiação partidária deferida pela legenda pela qual pretendem concorrer.  Presidente da República, governadores ou prefeitos que quiserem concorrer a outros cargos têm até essa mesma data para renunciar aos respectivos mandatos.

No Maranhão, a decisão mais aguardada neste sentido é a do prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), que, dizem, pretende disputar o Governo do Estado, apesar que nunca tenha se manifestado publicamente sobre essa possibilidade, enquanto que seus eventuais concorrentes já estão com o pé na estrada há meses e ganhando terreno.

Orleans, do MDB, pré -candidato com o apoio do atual governo, por exemplo, cumpre extensa agenda na capital e municípios do interior, oportunidade em que aproveita para prestar contas do seu trabalho à frente da Secretaria de Estado de Assuntos Municipalistas, cargo, que, aliás, terá que se licenciar até a data da eleição.

A medida, que vale tanto para ele como para o prefeito da capital, busca garantir igualdade de oportunidades ao evitar que futuros candidatos utilizem estrutura pública e recursos para obter vantagens eleitorais diante dos concorrentes. Caso a pessoa continue exercendo a função após o prazo estipulado, ela comete a chamada “incompatibilidade”, sendo uma das causas de inelegibilidade previstas na Lei Complementar n° 64/1990.

No caso dos prefeitos que  ainda têm  2 anos e meio de mandato, o afastamento é definitivo e talvez essa seja a maior dificuldade de Braide, ou seja, desapegar do que já conquistou para apostar em algo que parece pouco viável de acontecer.

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