Pastor evangélico nas horas vagas, o policial militar da reserva Francisco José Cândido, antes de incorporar o "Madureira" ao nome de guerra, foi vereador no município de Bom Lugar. A princípio, estando aliado de Rogério Costa, o Pitbull, esposo da ex-prefeita Luciene Costa, e com algumas passagens pela polícia.
Mesmo fazendo juras de fidelidade absoluta a Rogério Pitbull, posteriormente, Madureira passou a receber ordens de outro chefe metido a valentão e truculento, me refiro a Marcos Miranda, com quem veio fazer política em Bacabal achando que na Princesa do Mearim intimidariam as pessoas como faziam em Bom Lugar.
Na primeira eleição municipal que disputaram em Bacabal, em 2024, não se saíram muito bem, apesar, que, Madureira, a duras penas, conseguiu uma vaga na Câmara de Vereadores, enquanto que Marcos Miranda foi surrado nas urnas na disputa pela prefeitura.
Como já era esperado, no exercício do mandato, Madureira tá se saindo melhor do que a encomenda: um verdadeiro "pau mandado". Uma das primeiras que ele aprontou foi ter ficado ao lado dos ricos agropecuaristas e contra as famílias de pequenos produtores rurais que estavam sendo afetadas pela pulverização aérea de agrotóxicos, o que só cessou graças a intervenção direta do prefeito Roberto Costa.
Madureira também foi acusado de ter tentado intervir junto ao Sindicato dos Mototaxistas para conseguir uma vaga irregular para uma segunda pessoa.
Na décima oitava Sessão Ordinária deste ano, que aconteceu nesta quarta-feira (8), querendo mostrar trabalho a Marcos Miranda, Madureira, virado no capeta, partiu pra cima do gestor municipal a quem acusou das mesmas práticas criminosas às quais Marcos Miranda, esse sim, foi condenado. Roberto, como todo mundo sabe, tem décadas de vida pública ilibada, é ficha limpa, enquanto que o chefe político e ídolo do pastor Madureira é mais sujo que pau de galinheiro.
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