O Poder Judiciário, por meio da 1ª Vara da Comarca de Coroatá, realizou uma série de júris, neste mês de abril, presidida pela juíza Anelise Reginato, titular da unidade judicial. Um dos casos julgados e de grande repercussão no município trata-se da morte de Marcos Santana Ramos Salazar, ocorrida em maio de 2024. A vítima teve o corpo encontrado em uma quitinete, amarrado e amordaçado, e com marca de dois golpes na região do pescoço. Ele era gerente de uma rede de farmácia.
O corpo foi encontrado por funcionários do estabelecimento, que sentiram a ausência da vítima no serviço e foram ao local onde Marcos morava. Em investigação, a polícia descobriu que um casal do quarto vizinho havia desaparecido sem prestar contas à proprietária. Os suspeitos eram a ré Maria Carmem Ferreira Silva e um menor de idade. Após diligências, a polícia encontrou o menor em conflito com a lei. Ele estava portando o aparelho celular da vítima, tendo confessado a participação na infração, dizendo que Maria Carmem teria sido a autora das perfurações no pescoço de Marcos.
Maria Carmem foi presa dias depois, na cidade de Grajaú. No julgamento, o Conselho de Sentença decidiu pela condenação da ré, que recebeu a pena definitiva de 13 anos de reclusão.
Relembre
Marcos Santana Salazar, gerente da farmácia Pague Menos, de Coroatá, foi encontrado morto em uma quitinete localizada na rua Senador Leite. A Polícia Militar identificou um corte profundo em seu pescoço, que provavelmente foi a causa da morte. Natural de Codó, a vítima era casada e pai de uma menina de aproximadamente 2 anos. À época, o menor, então com 17 anos de idade, foi apreendido pela Polícia Civil com apoio do 24° BPM.

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