Como dito na matéria "o vale tudo da política", os políticos são capazes de vender a alma ao diabo para obterem sucesso em suas investidas eleitorais, e a metáfora se encaixa perfeitamente em alguns casos que temos visto nesta pré -campanha.
Por poder, dinheiro ou reconhecimento, há quem faça apostas arriscadas não condizentes com aquilo que prega na vida pública, seja nas redes sociais ou em cima dos palanques.
A ex-candidata a deputada federal e ex,-candidata a vereadora de Bacabal, Leynha Oliveira, filiada ao Partido Liberal, e bolsonarista de carteirinha, cabe perfeitamente no que narrei acima.
Depois de algumas campanhas desastrosas combatendo veementemente a "velha política", que refere-se a práticas tradicionais focadas em benefícios pessoais ou de grupos específicos, em detrimento do interesse público, ela resolveu se aliar ao pior que existe, ou seja, àqueles que sustentam-se por décadas no poder graças ao "voto de cabresto", trocas de favores, clientelismo e corrupção.
Me refiro ao clã Miranda, liderado pelo candidato a prefeito derrotado Marcos Miranda (União Brasil), político com uma vasta lista de condenações pelos mais variados crimes, como improbidade administrativa e desvio do erário publico. Contudo, a conservadora Leynha parece não levar em conta essas coisas quando pretende tirar alguma vantagem, tanto é, que, na pré -campanha desse ano puxou a fila dos cooptados por Marcos Miranda para apoiar o filho dele a deputado estadual, o que me faz lembrar a frase popular que enfatiza que dinheiro, em quantidade suficiente, pode superar obstáculos, subornar, comprar serviços, influenciar pessoas ou resolver conflitos.
Em tempo: Não é de agora que o eleitorado bacabalense já reprova esse comportamento e esperteza. Basta ver que no pleito de 2022, como candidata a deputada federal, Wecsleya Oliveira obteve no município 1.211 votos, e, dois anos depois, concorrendo à vereadora, amargou a inexpressiva votação de 267 votos.
"O QUE O DINHEIRO NÃO RESOLVE, É PORQUE FOI POUCO!"

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