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| Prefeito de São Luís. |
Ministros, governadores e prefeitos que pretendem disputar as eleições deste ano têm até o próximo dia 4 de abril (seis meses antes do pleito) para deixarem os cargos, como já fizeram o governador de Minas Gerais, Romeu Zema; o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes; e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
O objetivo da desincompatibilização é evitar que haja abuso do poder político ou econômico nas eleições por meio do uso de recursos da administração pública, garantindo a paridade entre os candidatos.
Na disputa pelo comando do Governo do Maranhão dois pré -candidatos estão nesta mesma situação: Orleans, atual secretário de Estado de Assuntos Municipalistas; e Eduardo Braide, prefeito de São Luís.
No segundo exemplo, pairam dúvidas se, de fato, o prefeito da capital abrirá mão de 2 anos e meio de mandato, e, isso acontece porque, apesar de aparecer bem nas pesquisas, Braide é o único entre todos os concorrentes que ainda não assumiu publicamente a pré -candidatura e nem fez qualquer movimento neste sentido.
Nas suas redes sociais, ele se atém a divulgar as ações no executivo ludovicense, e, pior, nunca deu um passo no sentido de, pelo menos, visitar outros municípios do estado, que, na maioria, ele nunca colocou os pés e só é conhecido pelo "ouvir falar".
Orleans, que já lançou oficialmente a pré-campanha, tem percorrido o Maranhão há tempos na companhia do governador e de deputados estreitando a aliança com as classes políticas locais, principalmente com os mais de 180 prefeitos e prefeitas que lhe apoiam nesta caminhada.
Talvez isso explique a resistência de Braide em "largar o osso", porque, em caso de derrota, o que é mais provável, acabará sem o mel e a cabaça.

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