Diante da longa espera por um desfecho, o caso das crianças desaparecidas em Bacabal tem levado ao surgimento de uma série de teses levantadas sobre o que poderia ter acontecido com os irmãos Ágatha, de 6 anos, e Michael, 4.
Durante os dezessete dias que a força-tarefa criada pelo prefeito Roberto Costa com o apoio do sistema de segurança pública do estado, e a colaboração de voluntários, trabalha no intuito de localizar as duas crianças, de videntes a palpiteiros de plantão levantam várias hipóteses: rapto, afogamento, cárcere privado e etc.
Nesse meio, por incrível que pareça, também há quem tente desqualificar a atuação e empenho das nossas autoridades, consequentemente, dos órgãos do Município , Estado e União, que, de maneira integrada, se doam, seja dia ou noite, para darem uma resposta satisfatória à sociedade.
Mas, felizmente, essas pessoas negativas são minoria, como constatado, nesta segunda-feira (19), pela página @omaranhense.com.br, no Instagram.
Perguntados sobre o trabalho das autoridades no caso, 2.257 internautas aprovaram. Outros 103 disseram que poderiam fazer mais, e, por fim, 21 desaprovaram por completo.

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